Pela primeira vez uma instituição brasileira entra no ranking global de inovação WURI

Campus do Inteli em São Paulo. Foto: Divulgação/Inteli

O Inteli (Instituto de Tecnologia e Liderança) está entre as top 100 faculdades mais inovadoras do mundo, de acordo com o World University Ranking for Innovation 2026 (WURI), divulgado nesta quinta, 7. É a instituição de graduação melhor posicionada em toda a América Latina e a primeira brasileira a integrar o ranking, que classifica universidades e centros de ensino superior por sua inovação e seu impacto real na sociedade e reúne nomes como Harvard, MIT, Minerva e École 42.

O Inteli ficou ainda em 10º lugar na categoria Aplicabilidade Industrial, que mede a conexão entre academia e mercado, um reconhecimento da metodologia de ensino 100% baseada em projetos (Project-Based Learning). Sem disciplinas tradicionais, os alunos desenvolvem competências de tecnologia, negócios e liderança a partir de demandas concretas do mercado.

Já foram quase 800 protótipos criados em parceria com 115 empresas de todo o Brasil, com índice de satisfação de 94,4%. Atualmente, são mais de 700 alunos em cursos de graduação nas áreas de tecnologia e negócios.

Sala de aula do Inteli em São Paulo. Foto: Divulgação/Inteli

“Nossa presença no WURI é um reconhecimento que posiciona o Brasil em um novo patamar dentro das discussões globais sobre o futuro da educação e do trabalho”, afirma Maira Habimorad, CEO do Inteli. “Mais do que produzir conhecimento, estamos formando cidadãos capazes de atuar de forma efetiva onde estiverem”, completa.

Criado em 2020, o WURI se diferencia por avaliar universidades com base em inovação, relevância industrial e contribuição social, indo além das métricas acadêmicas tradicionais. São analisadas três principais frentes: para quem se inova, como se inova e o que se inova.

O ranking reúne instituições de diversos países e tem ganhado relevância ao valorizar projetos com resultados concretos e mensuráveis, destacando organizações que conectam educação, tecnologia e transformação social.

O ranking já era uma referência para nós, pela seriedade com que olha para o futuro. Por muito tempo, medimos nosso ensino superior olhando para o passado, para o prestígio construído ao longo do tempo. Mas quando o mundo muda na velocidade que estamos vendo, é preciso trazer também o olhar para a frente”, conclui Habimorad.

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