Até 10 mil reais por mês: conheça as faculdades de Economia mais caras do Brasil em 2026
O The University Journal divulga, com exclusividade, o ranking inédito das 10 faculdades de Economia com as maiores mensalidades do Brasil em 2026. Publicado anualmente e repercutido por diferentes plataformas de mídia, o levantamento consolida dados de instituições privadas que atuam na formação de profissionais voltados ao mercado financeiro, consultoria, setor público e pesquisa acadêmica em um dos cursos mais relevantes para o desenvolvimento do país.
A nova edição mantém relativa estabilidade em relação ao cenário observado em 2025, sem a entrada de novos cursos no segmento de maior valor do ensino superior. Ainda assim, mudanças pontuais de preço alteraram a composição do ranking. O principal movimento foi a redução da mensalidade da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), que passou de R$ 4.229,00 para R$ 3.980,00, deixando o grupo das dez mais caras. Apesar disso, vale observar que, se o ranking fosse ampliado, a PUC-SP figuraria na 12ª posição, atrás apenas do Instituto Mauá de Tecnologia, com mensalidade de R$4.287,00 no curso de Economia.
Apesar da estabilidade em 2026, o cenário deve passar por mudanças nos próximos anos. Fontes ouvidas pelo The University Journal indicam que duas novas graduações em Economia, vinculadas a instituições privadas de grande porte e renome, estão previstas para serem lançadas em São Paulo a partir de 2027. A movimentação pode ampliar a concorrência no segmento e redefinir o posicionamento de preço e proposta acadêmica entre as principais faculdades do país.
Este ranking considera exclusivamente o valor nominal das mensalidades para o curso de Economia em 2026.Os valores não representam, necessariamente, indicadores de qualidade acadêmica, desempenho em avaliações oficiais, posição em rankings nacionais ou internacionais, nem grau de prestígio institucional no ensino superior brasileiro.
10º LUGAR – FUNDAÇÃO DOM CABRAL – FDC (MG)

Para cursar Economia no campus da Fundação Dom Cabral no bairro Santo Agostinho em Belo Horizonte em 2026 será necessário investir R$4.855,00 por mês durante 4 anos.
9º LUGAR – FIA BUSINESS SCHOOL (SP)

Para cursar Economia no campus da FIA Business School no bairro de Pinheiros em São Paulo em 2026 será necessário investir R$5.300,00 por mês durante 4 anos.
8º LUGAR – IBMEC (RJ)

Para cursar Economia no campus do IBMEC nos bairros Botafogo e Barra da Tijuca em no Rio de Janeiro em 2026 será necessário investir R$6.000,00 por mês durante 4 anos.
7º LUGAR – FAAP (SP)

Para cursar Economia no campus da FAAP no bairro de Higienópolis em São Paulo em 2026 será necessário investir R$6.035,00 por mês durante 4 anos.
6º LUGAR – PUC-Rio (RJ)

Para cursar Economia no campus da PUC-Rio no bairro da Gávea no Rio de Janeiro em 2026 será necessário investir R$6.801,00 por mês durante 4 anos.
5º LUGAR – FGV EPGE (RJ)

Para cursar Economia no campus da FGV EPGE no bairro de Botafogo no Rio de Janeiro em 2026 será necessário investir R$7.186,00 por mês durante 4 anos.
4º LUGAR – FACULDADE BELAVISTA (SP)

Para cursar Economia no campus da Faculdade Belavista no bairro Pinheiros em São Paulo em 2026 será necessário investir R$7.200,00 por mês durante 4 anos.
3º LUGAR – IBMEC (SP)

Para cursar Economia no campus do Ibmec nos campus da Faria Lima ou Paulista em São Paulo em 2026 será necessário investir R$7.500,00 por mês durante 4 anos.
2º LUGAR – INSPER (SP)

Para cursar Economia no campus do Insper no bairro Vila Olímpia em São Paulo em 2026 será necessário investir R$8.300,00 por mês durante 4 anos.
1º LUGAR – FGV EESP (SP)

Para cursar Economia no campus da FGV EESP no bairro Bela Vista em São Paulo em 2026 será necessário investir R$9.885,00 por mês durante 4 anos.
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As faculdades presentes neste ranking possuem características próprias que as diferenciam entre si e também das demais instituições de ensino superior do país. Proposta pedagógica, modelo acadêmico, inserção internacional e forte conexão com o mercado de trabalho estão entre os fatores que ajudam a explicar o posicionamento dessas mensalidades.
Parte dessas instituições também mantém consolidados programas de bolsas de estudo que podem cobrir até 100% do valor do curso, além de auxílios como moradia, alimentação, notebook, cursos de inglês e intercâmbio para estudantes de baixa renda aprovados em seus processos seletivos.
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