Reconhecimento internacional consolida hospital como líder na América Latina e projeta impacto direto no ensino médico, com curso de Medicina entre os que obtiveram nota máxima no Enamed 2025

Setenta anos após sua fundação pela comunidade judaica com o propósito de transformar a saúde no país, o Hospital Israelita Albert Einstein foi eleito o 16º melhor hospital do mundo no ranking World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista norte-americana Newsweek em parceria com a consultoria internacional Statista. Além da posição global, a instituição aparece como a primeira colocada da América Latina e de todo o Hemisfério Sul, o que consolida sua presença entre os principais centros de excelência em saúde do planeta.
O levantamento avaliou hospitais de 32 países com base em recomendações de profissionais e lideranças do setor, pesquisas de satisfação com pacientes e indicadores objetivos de qualidade e segurança assistencial. O resultado posiciona o Einstein em um grupo restrito de instituições que combinam desempenho clínico, inovação tecnológica e governança em padrões internacionais.
O desempenho em 2026 sucede uma trajetória de ascensão consistente nos rankings globais. No recorte por especialidades, o hospital também se destacou no World’s Best Specialized Hospitals 2026, figurando como líder na América Latina em áreas como Oncologia, Gastroenterologia, Neurocirurgia, Ortopedia, Pneumologia, Endocrinologia e Ginecologia e Obstetrícia, além de manter presença entre os melhores do mundo em diversas frentes clínicas. Pelo quarto ano consecutivo, a instituição também foi reconhecida no ranking World’s Best Smart Hospitals, que avalia hospitais com alto grau de integração tecnológica e uso estratégico de inteligência artificial .
A posição global reforça o modelo de ecossistema integrado que caracteriza o Einstein. A instituição articula hospital, ensino superior e pesquisa científica em uma mesma estrutura organizacional, permitindo que conhecimento clínico, inovação tecnológica e formação acadêmica avancem de forma coordenada.

Esse arranjo impacta diretamente a Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, criada em 2015 e já reconhecida entre os projetos mais estruturados do ensino médico privado no país. O modelo pedagógico, baseado em metodologias ativas como o Team-Based Learning (TBL), privilegia a resolução de problemas reais e a integração precoce do estudante ao ambiente hospitalar, aproximando teoria e prática desde os primeiros anos da graduação .
Os alunos de Medicina têm acesso direto aos hospitais administrados pelo Einstein e a uma infraestrutura que inclui centros de simulação realística, laboratórios avançados e ambiente intensivo de pesquisa clínica. Essa integração favorece a formação em um contexto de alta complexidade assistencial e exposição a protocolos baseados em evidência.

O desempenho acadêmico do curso de Medicina também foi recentemente validado em âmbito nacional. No Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2025, aplicado pelo Ministério da Educação, o curso do Einstein esteve entre os 49 que alcançaram nota máxima em todo o Brasil. Considerando apenas as instituições privadas, a Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein figura entre as 10 que atingiram o conceito máximo na avaliação.
No contexto do ensino superior privado brasileiro, o desempenho simultâneo em rankings internacionais de assistência e em avaliações nacionais de qualidade acadêmica sinaliza um posicionamento diferenciado. A convergência entre excelência hospitalar e formação médica estruturada fortalece o papel da instituição como polo de referência na formação de profissionais altamente qualificados.
Setenta anos após sua fundação pela comunidade judaica com o propósito de transformar a saúde no país, o Einstein é marcado por uma trajetória de inovação e ousadia. Ao figurar entre os melhores hospitais do mundo e manter desempenho acadêmico máximo no Enamed, a instituição reafirma um posicionamento estratégico que conecta excelência assistencial e formação médica de alto nível, reforçando o protagonismo das universidades privadas brasileiras no cenário da educação superior em saúde.
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