Com inscrições prorrogadas até abril e início previsto para maio de 2026, programa busca capacitar gestores públicos para liderar projetos sustentáveis em estados e municípios

A Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com o Banco do Brasil, está na reta final de inscrições para o MBA em ASG (Ambiental, Social e Governança), uma iniciativa gratuita voltada à qualificação de agentes públicos estaduais e municipais. O programa, conduzido pelo FGV Cidades, amplia a agenda de sustentabilidade no setor público brasileiro ao combinar formação executiva com desenvolvimento de projetos aplicáveis à gestão pública.
Com início previsto para 19 de maio de 2026, o curso será oferecido em formato híbrido, com aulas online e encontros presenciais em polos como Brasília, Pará e São Paulo. Ao todo, são 432 horas de formação, distribuídas entre disciplinas teóricas, atividades práticas e um módulo voltado à aplicação de projetos reais nas instituições de origem dos participantes.
A iniciativa é integralmente financiada pelo Banco do Brasil, sem custos diretos para os alunos selecionados, e integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento das capacidades técnicas da administração pública subnacional. A proposta responde a uma demanda crescente por profissionais capazes de estruturar políticas públicas alinhadas a critérios ambientais, sociais e de governança, tema que ganha relevância no cenário econômico e regulatório brasileiro.
O MBA tem como foco a formação de equipes compostas por três servidores públicos, com competências complementares em implementação, governança e avaliação de impacto socioambiental. Ao longo do curso, os participantes desenvolvem projetos com potencial de aplicação prática em seus territórios, conectando desafios locais a referências globais como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e metodologias internacionais de mensuração de impacto.
Entre os conteúdos abordados estão temas como mudanças climáticas, diversidade e inclusão, governança pública, finanças sustentáveis e uso de tecnologias verdes. A estrutura curricular combina fundamentos conceituais com ferramentas aplicadas, buscando preparar gestores para decisões baseadas em evidências e com impacto mensurável.
O processo seletivo prioriza critérios como capacidade institucional das entidades participantes, qualificação das equipes e consistência dos pré-projetos apresentados. Além disso, há preocupação com a diversidade regional e social, com o objetivo de ampliar o alcance das soluções desenvolvidas e garantir representatividade entre os participantes.
Inicialmente previstas para encerrar em março, as inscrições foram prorrogadas até 10 de abril de 2026, ampliando o prazo para que órgãos públicos submetam suas candidaturas.
Para fazer a inscrição ou saber mais informações, acesse o site da FGV por meio deste link.
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